January 15, 2015

Post 3. Guarulhos Airport.

January 11, 2015
Guarulhos, SP 
Airport

I sit here facing this blank screen, scrambling for words, and finding the characters that result from my pressing the keys on this contraption alien and wrong. I keep checking the font to make sure this is how this page is supposed to look. I change it once. Calibri. It looks better, since it’s a font I insist on using constantly, but I still find the process of typing strange. It’s only been 34 days since I’ve opened my Word Processor.

I'm at the gate waiting for my flight to begin boarding. A little girl sits in front of me tan as can be. Her skin, and that of her mother’s beside her, is peeling on her neck, arms, and legs. She’s been having fun in the sun lately. This isn’t relevant only to her. Most of the individuals forming the incessant rush existing on the corridor beside our gate are either red, tan, or in airline uniform.

Or in a doggy bag. There’s an unusual amount of dogs traveling tonight.

A family behind me insists on practicing their English with each other. The youngest, a boy of around 15 years old, has a thick Brazilian accent. The girl, who I presume is his older sister, however, has no accent whatsoever. They talk about their seats on the plane and argue over who gets window and who gets aisle seats.

The name of the little girl sitting in front of me is Cassiana. It’s written on her backpack, which happens to be stuffed to the brim. She has found her iPad and gotten permission from her mother to play a game. Her mother watches her closely, and I, in turn, watch them. Her mother is holding a MEC bag–the traditional brand of true Vancouverites. They get up to go to the bathroom before boarding begins, which is supposed to be soon.

I try to feign concentration on what I am writing, yet I type looking up at the people around me. People probably think I’m typing gibberish.

Maybe I am.

The girl and her mother come back, and Cassiana pulls out two gibis from her backpack pocket. Gibis are Brazilian comic books. They’re very kid friendly, yet grasp older audiences firmly as well. I want to read over her shoulder, but I’m 20 years old, dammit.

There will be babies on this flight. Here at the gate they’re cute, cuddly, and I have to resist asking to hold them for a second or three. They barely resemble the figures on the planes. There they become shadows of the cute little humans they were with blood curdling screams, ear piercing giggles and incessant crying. Incessant until they begin coughing or get out of breath. But right now all I can think of is their sweet baby smell, cooing, innocent drooly grins, and chubby cheeks.

It's raining outside. The drops clash onto the large window panes frantically like salmon trying to jump upstream only to be met with a pane of gravity.

It always, without fail, rains when we leave Brazil.

Our flight begins boarding and we let people rush to get up and secure a spot in line. I'm too tired from the good-byes and a month's vacation to care about getting into the plane. 

Vacations can be taxing too, you know. 

Dad finishes his phone calls, and we get up to board. 

Good-bye my darling country with its darling people...
I will see you in my memories and musings...

December 16, 2014

Post 2: Air Canada Maple Leaf Lounge

Essa semana passada enquanto esperava nosso voo para o Brasil, comecei a pensar sobre algumas dicas para quem for viajar neste final do ano. Quis compartilhar com vocês. Algumas das dicas abaixo são especificamente para quem estiver viajando de avião, porém várias podem ser usadas para qualquer viagem.



1) Um dos jeitos que achei para dormir é sentar bem pra trás no assento do avião, abaixar a mesinha em sua frente, por um travesseiro ou uma blusa em cima da mesinha e deitar a cabeça ali. Para quem consegue dormir no avião essa pode ser uma nova maneira para tentar descansar. 

2) Vá com roupas confortáveis e leve uma troca de roupa em sua bagagem de mão. Há pessoas que viajam com roupas sociais e "chique".

Ai do lado passo eu...


andando pelo aeroporto vestida com um cobertor.
(Ta, técnicamente é um vestido de flanela super comfortável, mas que parece uma coberta de flanela parece. Admito.)

Nas primeiras vezes que viajei, me preocupava muito com o que vestia. Viajava com roupas passadas, botas com salto e roupas sociais. Acho que faz parte da cultura Brasileira–nos arrumar pra sair. 

Porém com o tempo já aprendi. Quando você viaja, voos atrasam, o que faz você precisar correr de um lado do aeroporto para o outro para pegar a conexão; malas extraviam ou voos são adiados deixando você só com sua bagagem de mão; aviões são desconfortáveis e certas roupas não ajudam a circulação; roupas amassam; e a temperatura do avião pode variar de Antártica a Deserto do Saara. 

Enfim, até achar a medida certa entre conforto e elegância–conforto é sempre o vencedor. Então em vez de sofrer na viagem, viajo com roupas confortáveis e levo uma muda de roupa na minha bagagem de mão. Nunca é uma má idéia levar roupas extras. Qualquer coisa que acontecer, você pelo menos tem duas mudas de roupa. Chegando ao seu destino, você pode trocar de roupa antes de sair do aeroporto. 

3) Água. Beba muita, muita, muita água. É impressionante o quanto o corpo da gente precisa de água no avião. Evite as opções carbonizadas ou com cafeína e escolha água.



4) Também recomendo óleos essenciais para relaxar. Não uso óleos essenciais com freqüência, mas desta vez que estávamos viajando tinha alguém no assento de trás que estava usando um óleo bem suave. Me ajudou relaxar só pelo cheiro. Alfazema é um dos meus preferidos.


5) Encontre paz. Faça uma oração; dedique tempo para respirar, meditar, orar, ler e relaxar. Mesmo que seja uns cinco minutos mas faça o necessário para encontrar pensamentos positivos e lembrar que vai dar tudo certo. Viajar é sempre um pouco estressante, porém no final do ano pode ser mais ainda. As filas serão longas, e crianças estarão chorando. Terá de enfrentar voos cheios, atrasos, surpresas, trabalhadores estressados (ou estressantes), e provavelmente até um pouco de turbulência. Mas você vai chegar, vai dar tudo certo e vai valer a pena. Então tente não se  estressar. O tamanho do estresse que você passa depende do tanto de estresse que você aceita.


O que você adicionaria a lista?

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